AEX

InterAção USP

Compartilhando conhecimento com a sociedade.

A Rede Interação USP é uma iniciativa das Unidades do Campus da USP em São Carlos que tem como propósito aproximar a universidade da sociedade, fortalecendo vínculos e gerando benefícios mútuos. Por meio dessa plataforma, a Universidade divulga seus projetos extensionistas e convida instituições e grupos sociais a participar das ações existentes ou propor novas demandas, ampliando o alcance e o impacto social das atividades acadêmicas.

A extensão universitária é um processo educativo, cultural e científico que articula ensino e pesquisa de forma indissociável, promovendo uma relação transformadora entre universidade e sociedade. Ela favorece a troca de conhecimentos e experiências, resultando em aprendizado compartilhado e em iniciativas que contribuem para o desenvolvimento coletivo.

Entre as diversas formas de promover a extensão, destaca-se a curricularização da extensão, que integra as ações extensionistas à formação dos estudantes de graduação. Por meio dessa interação direta com a comunidade, os estudantes ampliam sua formação integral e humanista, ao mesmo tempo em que colaboram na busca de soluções para desafios reais das pessoas e instituições.

A Universidade, por meio de seus alunos de graduação, pode desenvolver projetos baseados em ações já existentes — cujo trâmite é mais ágil — ou propor novas iniciativas. Todas as atividades são realizadas com a supervisão de um professor responsável, garantindo o alinhamento acadêmico e a qualidade das ações. Após o recebimento da demanda, o setor responsável analisa a solicitação e busca o docente da área correspondente para dar início às tratativas.

Projetos
Oferecidos

Confira abaixo os projetos aprovados ou já realizados pelas Unidades da USP em São Carlos. Caso tenha interesse em alguma dessas ações, preencha o formulário para enviar sua solicitação.

ENCONTRO ENTRE CEGOS E VIDENTES: POTENCIALIDADES DO MULTIPLANO PARA O ENSINO E APRENDIAGEM DA MATEMÁTICA NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A Educação Inclusiva é um desafio do século XXI e a garantia dos direitos de aprendizagem dos estudantes da Educação Básica em relação a matemática é parte fundamental para que ela se materialize. Moses (2001) enfatiza, que alguns conhecimentos matemáticos são decisivos no progresso acadêmico de estudantes de grupos subrepresentados.As diretrizes curriculares internacionais (NCTM, 2000) e nacionais (BRASIL, 2018) tem enfatizado a importância de práticas pedagógicas diversificadas e inclusivas que abarquem a utilização de diferentes recursos didáticos, entre eles pode-se destacar a utilização de materiais manipuláveis. O multiplano se constitui em um material manipulativo para o ensino e aprendizagem de matemática que foi criado por Rubens Ferronato (2002). Foi no encontro com um estudante cego na disciplina de Cálculo Diferencial Integral que Ferronato foi construindo o multiplano para tornar o ensino e aprendizagem da matemática acessível para este estudante. O objetivo da presente proposta é promover ações pedagógicas utilizando o multiplano com estudantes cegos e videntes dos anos finais do Ensino Fundamental. Assim, busca-se contribuir para as práticas de ensino de matemática no que diz respeito à inclusão, equidade e promoção de oportunidades de aprendizagemnos anos finais do Ensino Fundamental. Para tanto, serão realizados 4 encontros (dia 6, 13, 20 e 27) no mês de janeiro de 2026 para o desenvolvimento das atividades com o público da proposta. Tais encontros serão realizados no Laboratório de Ensino de Matemática.

Unidade

ICMC - Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Docente Responsável

Ana Carolina Faustino

Grupo Atendido

Estudantes cegos e videntes dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Objetivos

O objetivo da presente proposta é promover ações pedagógicas utilizando o multiplano com estudantes cegos e videntes dos anos finais do Ensino Fundamental. Assim, busca-se contribuir para as práticas de ensino de matemática no que diz respeito à inclusão, equidade e promoção de oportunidades de aprendizagemnos anos finais do Ensino Fundamental. A partir desse objetivo geral, delineam-se os seguintes objetivos específicos: 1) identificar e descrever as potencialidades e limitações do multiplano para o ensino e aprendizagem de matemática nos anos finais do Ensino Fundamental. 2) descrever e analisar aspectos das práticas pedagógicas utilizando o multiplano que potencializam o ensino e aprendizagem da matemática com estudantes cegos e videntes.

Resumo das Ações

A Educação Inclusiva é um desafio do século XXI e a garantia dos direitos de aprendizagem dos estudantes da Educação Básica em relação a matemática é parte fundamental para que ela se materialize. Moses (2001) enfatiza, que alguns conhecimentos matemáticos são decisivos no progresso acadêmico de estudantes de grupos subrepresentados.As diretrizes curriculares internacionais (NCTM, 2000) e nacionais (BRASIL, 2018) tem enfatizado a importância de práticas pedagógicas diversificadas e inclusivas que abarquem a utilização de diferentes recursos didáticos, entre eles pode-se destacar a utilização de materiais manipuláveis. O multiplano se constitui em um material manipulativo para o ensino e aprendizagem de matemática que foi criado por Rubens Ferronato (2002). Foi no encontro com um estudante cego na disciplina de Cálculo Diferencial Integral que Ferronato foi construindo o multiplano para tornar o ensino e aprendizagem da matemática acessível para este estudante. O objetivo da presente proposta é promover ações pedagógicas utilizando o multiplano com estudantes cegos e videntes dos anos finais do Ensino Fundamental. Assim, busca-se contribuir para as práticas de ensino de matemática no que diz respeito à inclusão, equidade e promoção de oportunidades de aprendizagemnos anos finais do Ensino Fundamental. Para tanto, serão realizados 4 encontros (dia 6, 13, 20 e 27) no mês de janeiro de 2026 para o desenvolvimento das atividades com o público da proposta. Tais encontros serão realizados no Laboratório de Ensino de Matemática.

Informações Adicionais

O estudante extensionista desenvolverá semanalmente encontros de 1 horas com estudantes com cegueira em que serão trabalhados conteúdos matemáticos, como por exemplo, plano cartesiano, com a utilização do multiplano. Além disso as atividades que serão desenvolvidas serão planejadas pelo estudante sob orientação da professora coordenadora da proposta. Posteriormente, a cada um dos encontros o bolsista da extensão elaborará um relatório escrito sobre as atividades desenvolvidas nos encontros, os desafios e os objetivos alcançados.

Museu de Computação: a história da tecnologia e do país.

As atividades previstas visam a dar maior visibilidade, e melhor atendimento ao museu, além diversificar as atividades e temáticas das exposições e, assim, atraindo maior público. São previstas: 1) Preparação do ambiente do museu para adaptá-lo às exposições; 2) Manutenção das peças do museu; 3) Atendimento ao público diariamente e, em particular, em visitas programadas. Cada participante terá uma dedicação semanal de 8 horas. O período de execução deste projeto é de 1 de maio a 13 de novembro, ou seja, 28 semanas, totalizando 224 horas.

Unidade

ICMC - Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Docente Responsável

Márcio Eduardo Delamaro

Grupo Atendido

Trata-se de um projeto de abrangência, principalmente regional. Pretende-se alcançar jovens de ensino médio e básico da cidade de São Carlos e região. Além disso, pessoas que tenham interesse na história da computação e dos instrumentos computacionais são beneficiadas. A ideia é atrair a atenção de jovens pela tecnologia e os cursos do ICMC. Exposições virtuais têm, ainda, a capacidade de atingir interessados no país todo.

Objetivos

O principal objetivo deste projeto é incluir os estudantes de graduação no trabalho de fazer com que o Museu de Computação mantenha seu trabalho de divulgação da história da computação em São Carlos e região. Os estudantes devem colaborar no atendimento e orientação ao público e na realização de eventos no Museu, principalmente exposições temáticas, buscando atrair ainda mais o público externo ao ICMC-USP. Com o auxílio dos estudantes pretende-se alavancar atividades que tornem o Museu de Computação um museu interativo, onde os visitantes podem manusear e aprender através do funcionamento das peças do expostas.

Resumo das Ações

As atividades previstas visam a dar maior visibilidade, e melhor atendimento ao museu, além diversificar as atividades e temáticas das exposições e, assim, atraindo maior público. São previstas: 1) Preparação do ambiente do museu para adaptá-lo às exposições; 2) Manutenção das peças do museu; 3) Atendimento ao público diariamente e, em particular, em visitas programadas. Cada participante terá uma dedicação semanal de 8 horas. O período de execução deste projeto é de 1 de maio a 13 de novembro, ou seja, 28 semanas, totalizando 224 horas.

Informações Adicionais

Projeto Elétron – Edição Hertha Ayrton

A atividade consiste na organização de um evento em que estudantes do ensino médio visitam a Escola de Engenharia de São Carlos, sendo guiados pelos discentes participantes. A programação começa com uma palestra ministrada por um(a) docente do departamento, seguida de uma atividade prática em laboratório, na qual os visitantes têm contato com conceitos básicos de eletricidade. Ao fi nal, é realizado um tour pelo campus apresentando algumas das principais dependências e estruturas da EESC

Unidade

EESC - Escola de Engenharia de São Carlos

Docente Responsável

Vanessa Cristina Pereira da Silva Venuto

Grupo Atendido

Mulheres ou pessoas que se identifi cam com o gênero feminino estudantes do Ensino Médio Público

Objetivos

A atividade tem como objetivo principal proporcionar aos discentes participantes uma vivência prática na organização de eventos de extensão universitária. Nesta edição especial, nomeada em homenagem a Hertha Ayrton, o foco estará exclusivamente em mulheres ou pessoas que se identificam com o gênero feminino. O projeto tem como objetivo divulgar as oportunidades oferecidas pela universidade pública, com ênfase nos cursos da área de Engenharia Elétrica, além de desenvolver habilidades sociais dos alunos de graduação por meio da interação com estudantes do ensino médio. A programação inclui uma palestra ministrada por um(a) docente do departamento, um tour guiado pelo campus e uma atividade laboratorial, oferecendo aos visitantes a chance de conhecer a Engenharia Elétrica na prática. Essas ações visam aproximar os jovens da realidade universitária e incentivar seu ingresso no ensino superior.

Resumo das Ações

A atividade consiste na organização de um evento em que estudantes do ensino médio visitam a Escola de Engenharia de São Carlos, sendo guiados pelos discentes participantes. A programação começa com uma palestra ministrada por um(a) docente do departamento, seguida de uma atividade prática em laboratório, na qual os visitantes têm contato com conceitos básicos de eletricidade. Ao fi nal, é realizado um tour pelo campus apresentando algumas das principais dependências e estruturas da EESC

Informações Adicionais

Áreas
de Atuação

Conheça as áreas de atuação acadêmica das Unidades da USP em São Carlos e identifique possibilidades para o desenvolvimento de novos projetos.

Engenharias

Arquitetura

Matemática e Computação

Física

Química

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Unidades do Campus USP São Carlos

Extensão
em destaque

Explore nesta seção as informações mais recentes sobre os projetos e atividades desenvolvidos pela Rede AEX – Interação USP

Inscrições abertas para Atividades Extensionistas do Cursinho Popular ExpliCAASO

As oficinas serão realizadas mensalmente e têm como objetivo apoiar vestibulandos, especialmente de escolas públicas, no desenvolvimento de habilidades essenciais para a vida universitária.

Sabidão Podcast: A Curricularização da Extensão na USP

Neste episódio do Sabidão, vamos te explicar tudo sobre essa proposta que está transformando os cursos de graduação da USP — aproximando ainda mais a universidade da sociedade.

Alunos do curso de Engenharia de Produção apresentam resultado de projeto para a Santa Casa

O foco do projeto é integrar o Serviço de Manutenção da Santa Casa de ponta a ponta para aumentar o nível de atendimento.

Rede Interação USP

Escritório de Apoio à Cultura e Extensão
2o andar do Edifício E-1
Escola de Engenharia de São Carlos
Campus USP – Área 1 Avenida Trabalhador São-Carlense, 400
CEP 13.566-590 – São Carlos – SP

Contato

+55 16 3373-8263