Projetos
Inscrições Alunos

Jardins polinizadores: concepção, instalação e manejo de abelhas sem ferrão em práticas de biodiversidade e Economia Solidária

Serão realizadas atividades de concepção, instalação e manejo de jardins polinizadores para atrair e sustentar agentes polinizadores (abelhas, borboletas e outros insetos). Junto a estes jardins, serão instaladas colmeias de abelhas sem ferrão (ASFs) em parceria com a CooperAbelhas (Cooperativa de Produtores e Criadores de Abelhas de São Carlos), onde já existe sistema agroflorestal, favorecendo um ambiente adequado para implementação piloto. Durante a construção dos jardins e o manejo das abelhas serão desenvolvidas competências pedagógicas por meio de encontros educativos e treinamentos, nos quais a interação dos participantes será igualitária e inclusiva ocorrendo em escolas e espaços públicos. Na cidade de São Carlos, este projeto pode trazer grandes benefícios para além dos ambientes escolares, já que lida com amplo leque de aprendizagens e a possibilidade de construção de espaços que promovem impactos ambientais positivos. Além disto, estudantes da USP podem ampliar o aprendizado e atuar em atividades com um público externo à universidade e que são baseadas em valores, princípios e práticas de Economia Solidária: auxiliar na sistematização de experiências vivenciadas, melhoria de registros (desenvolvimento de aplicativos) e controle – por meio de registros fotográficos, depoimentos, vídeos – organização/divulgação em ações de coleta, processamento e comercialização do mel e de outros produtos – própolis, pólen, cera, produtos derivados para usos múltiplos. A partir deste projeto, pretende-se ampliar a instalação de jardins polinizadores em diferentes ambientes, tais como escolas, comunidades e praças.

Unidade

IFSC - Instituto de Física de São Carlos

Docente Responsável

Debora Goncalves

Grupo Atendido

O público-alvo será constituído por estudantes de escolas da cidade de São Carlos, desde o ensino infantil até o ensino médio, seus familares e população em geral, permitindo amplo acesso a diferentes recursos e atividades educacionais produzidos por estudantes de Graduação da USP. Dentro do público-alvo estão incluídas pessoas com necessidades educacionais específicas, que demandam metodologias inclusivas e adaptadas.

Objetivos

Planejar e executar ações educativas por meio de estratégias: produzir, propagar e aplicar conhecimentos em benefício de Sociedade justa e solidária. Aprimorar práticas pedagógicas e reforçar o papel da extensão universitária para geração de impacto socioambiental e engajamento comunitário. Realizar atividades inclusivas e equitativas, conectando universidade e comunidade e contribuir para formação de estudantes- vivência de desafios e desenvolvimento de competências. Sistematizar atividades: organização, planejamento, conteúdos, metodologias, divulgação, impactos e propostas de melhorias para facilitar continuidade das atividades. Elaborar dados com espécies de plantas, floradas, abelhas e implementar jardins de meliponicultura em escolas parceiras e espaços públicos. Promover oficinas de formação sobre jardins polinizadores e meliponicultura e encontros de planejamento estratégico, monitoramento das ações e de sistematização da experiência de estudantes de Graduação e Pós-Graduação.

Resumo das Ações

Serão realizadas atividades de concepção, instalação e manejo de jardins polinizadores para atrair e sustentar agentes polinizadores (abelhas, borboletas e outros insetos). Junto a estes jardins, serão instaladas colmeias de abelhas sem ferrão (ASFs) em parceria com a CooperAbelhas (Cooperativa de Produtores e Criadores de Abelhas de São Carlos), onde já existe sistema agroflorestal, favorecendo um ambiente adequado para implementação piloto. Durante a construção dos jardins e o manejo das abelhas serão desenvolvidas competências pedagógicas por meio de encontros educativos e treinamentos, nos quais a interação dos participantes será igualitária e inclusiva ocorrendo em escolas e espaços públicos. Na cidade de São Carlos, este projeto pode trazer grandes benefícios para além dos ambientes escolares, já que lida com amplo leque de aprendizagens e a possibilidade de construção de espaços que promovem impactos ambientais positivos. Além disto, estudantes da USP podem ampliar o aprendizado e atuar em atividades com um público externo à universidade e que são baseadas em valores, princípios e práticas de Economia Solidária: auxiliar na sistematização de experiências vivenciadas, melhoria de registros (desenvolvimento de aplicativos) e controle - por meio de registros fotográficos, depoimentos, vídeos - organização/divulgação em ações de coleta, processamento e comercialização do mel e de outros produtos - própolis, pólen, cera, produtos derivados para usos múltiplos. A partir deste projeto, pretende-se ampliar a instalação de jardins polinizadores em diferentes ambientes, tais como escolas, comunidades e praças.

Informações Adicionais

Vagas abertas para todos os cursos da USP.

Cursos de Difusão do FoG

A atividade compreende a ministração e a monitoria de cursos de difusão no formato híbrido (online e presencial), ministrados pelo grupo de extensão Fellowship of the Game no primeiro semestre de 2026. Os minicursos abordam vários temas sobre o desenvolvimento de jogos, permitindo que os participantes desenvolvam projetos simples sobre os conteúdos ministrados. Por outro lado, os alunos que integram a AEX terão a oportunidade de aplicar os conceitos aprendidos nos cursos de graduação. Os alunos selecionados para AEX atuarão como professores ou monitores dos cursos, preparando aulas e materiais relacionados. Os alunos realizarão atividades relacionadas a esta AEX no período de 01/05/2026 a 01/08/2026. A carga horária total dos alunos será de 16 h. O professor responsável terá uma carga total de 6h.

Unidade

ICMC - Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Docente Responsável

Cláudio Fabiano Motta Toledo

Grupo Atendido

Público interessado no desenvolvimento de jogos, seja na parte computacional (C, Unity, Godot), seja na parte artística (arte 2D, pixel art, modelagem 3D). Devido à natureza mais técnica, o público-alvo se concentra nos alunos do ensino médio e superior.

Objetivos

O objetivo central é preparar e executar as aulas, incluindo: (i) criação do material que será estudado (ministrantes); (ii) compreensão completa do material que será dado (monitores); (iii) coordenação da aula tanto no formato presencial quanto online, resolvendo quaisquer dúvidas em ambos; (iv) fornecimento de uma atividade extra para praticar o que foi aprendido na aula. Espera-se, como resultado, a realização de múltiplas aulas que abordem os vários aspectos do desenvolvimento de jogos, permitindo que os participantes iniciem o desenvolvimento básico de projetos nas áreas que os interessam. Desta forma, será feito um evento de referência tanto dentro da universidade como no ecossistema de jogos, ampliando o alcance do grupo e fortalecendo a interação entre desenvolvedores.

Resumo das Ações

A atividade compreende a ministração e a monitoria de cursos de difusão no formato híbrido (online e presencial), ministrados pelo grupo de extensão Fellowship of the Game no primeiro semestre de 2026. Os minicursos abordam vários temas sobre o desenvolvimento de jogos, permitindo que os participantes desenvolvam projetos simples sobre os conteúdos ministrados. Por outro lado, os alunos que integram a AEX terão a oportunidade de aplicar os conceitos aprendidos nos cursos de graduação. Os alunos selecionados para AEX atuarão como professores ou monitores dos cursos, preparando aulas e materiais relacionados. Os alunos realizarão atividades relacionadas a esta AEX no período de 01/05/2026 a 01/08/2026. A carga horária total dos alunos será de 16 h. O professor responsável terá uma carga total de 6h.

Informações Adicionais

Dream gap: Promovendo Rodas de Conversas

O projeto Dream Gap, visa reduzir a “lacuna de sonhos” nas engenharias, promovendo espaços de diálogo inspiradores e intergeracionais entre alunas da rede pública, pesquisadoras, profissionais e estudantes de graduação da EESC/USP. O termo “Dream Gap” refere-se à diferença entre os sonhos das meninas e as barreiras impostas por estereótipos de gênero, especialmente em áreas historicamente masculinizadas como engenharias e ciências exatas. A atividade aqui descrita é uma Roda de conversas, que faz parte das diversas atividades que compõem o projeto Dream Gap. As Rodas de Conversa utilizam metodologias ativas para criar ambientes seguros, acolhedores e horizontais, estimulando a escuta, troca e empoderamento. As discussões abordam o papel da educação na construção de sonhos, os desafios na escolha de carreiras em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e os caminhos para a realização profissional. A iniciativa fortalece a parceria entre universidade e escola, ampliando seu alcance por meio de atividades contínuas. As Rodas ocorrem em dois formatos: uma primeira na universidade, com uma visita de alunas da escola estadual Dr. Álvaro Guião (do 9º ano ao 3º ano do ensino médio), e quinzenalmente na escola, conforme seu calendário. As Rodas serão promovidas e organizadas pelas alunas de graduação, havendo um convite para participação especial de docentes ou profissionais da área. Poderão ser utilizadas diversas ferramentas de apoio, como gamificação, por exemplo, de forma a nortear os diferentes temas abordados.

Unidade

EESC - Escola de Engenharia de São Carlos

Docente Responsável

Cira Souza Pitombo

Grupo Atendido

Alunas do 9° ano do Ensino Fundamental, alunas do Ensino Médio da Escola Estadual Dr. Álvaro Guião.

Objetivos

Objetivos e metas: Promover o compartilhamento de experiências entre alunas da rede pública, alunas de graduação, professoras e pesquisadoras da área de Engenharia; estimular o sentimento de pertencimento e o interesse de meninas pela área de STEM; fortalecer o vínculo entre a universidade e a escola pública e Disseminar conhecimentos. Resultados esperados: a) Disseminação de conhecimento e informação associados às profissões da área de STEM, b) Disseminação de informações relativas aos cursos de Engenharias e Ciências Exatas, c) Disseminação de informações relativas às possibilidades ingresso nos cursos, d) Conhecimento sobre o papel das diferentes profissões de STEM, e) Ampliação do interesse e confiança de alunas da escola pública em seguir trajetórias acadêmicas nas áreas de STEM, e) fortalecimento do protagonismo feminino, f) Criação de um ambiente de pertencimento e acolhimento, e g) Fortalecimento das relações entre a universidade e a escola.

Resumo das Ações

O projeto Dream Gap, visa reduzir a "lacuna de sonhos" nas engenharias, promovendo espaços de diálogo inspiradores e intergeracionais entre alunas da rede pública, pesquisadoras, profissionais e estudantes de graduação da EESC/USP. O termo "Dream Gap" refere-se à diferença entre os sonhos das meninas e as barreiras impostas por estereótipos de gênero, especialmente em áreas historicamente masculinizadas como engenharias e ciências exatas. A atividade aqui descrita é uma Roda de conversas, que faz parte das diversas atividades que compõem o projeto Dream Gap. As Rodas de Conversa utilizam metodologias ativas para criar ambientes seguros, acolhedores e horizontais, estimulando a escuta, troca e empoderamento. As discussões abordam o papel da educação na construção de sonhos, os desafios na escolha de carreiras em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e os caminhos para a realização profissional. A iniciativa fortalece a parceria entre universidade e escola, ampliando seu alcance por meio de atividades contínuas. As Rodas ocorrem em dois formatos: uma primeira na universidade, com uma visita de alunas da escola estadual Dr. Álvaro Guião (do 9º ano ao 3º ano do ensino médio), e quinzenalmente na escola, conforme seu calendário. As Rodas serão promovidas e organizadas pelas alunas de graduação, havendo um convite para participação especial de docentes ou profissionais da área. Poderão ser utilizadas diversas ferramentas de apoio, como gamificação, por exemplo, de forma a nortear os diferentes temas abordados.

Informações Adicionais

Os alunos USP participantes deverão atuar no planejamento, execução e elaboração do relatório da atividade específica. Como requisito mínimo de participação, cada aluno deverá comparecer obrigatoriamente a pelo menos uma roda de conversa realizada com as estudantes das escolas parceiras. As rodas de conversa serão realizadas na Escola Estadual Dr. Álvaro Guião e na Escola Estadual Professor Aduar Kemell Dibo, em dias úteis, no período matutino. As datas específicas serão definidas e comunicadas previamente aos participantes. Espera-se que os alunos contribuam para a divulgação do conhecimento científico e para o incentivo de meninas de escolas públicas a seguirem trajetórias acadêmicas e profissionais nas áreas de Engenharia e Ciências Exatas (STEM).

Ciências, Matemática e Computação para Alunos Atendidos pela ONG Projetando o Futuro

A ONG Projetando o Futuro (http://projetandoofuturo.org, CNPJ 28.144.819/0001-41) é uma Organização Não Governamental filantrópica sediada no bairro Santa Angelina, ao lado do Campus 2 da USP em São Carlos, que atende crianças de 8 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de promover a educação para apoiar o ingresso dos estudantes ao mercado de trabalho e alterar os destinos de nossa sociedade. A ONG promove atividades aos sábados (manhã e tarde), que envolvem disciplinas variadas. O objetivo deste projeto de curricularização de extensão é trazer às crianças atendidas pela ONG conhecimentos nas áreas de Ciências, Matemática e Computação, ministrados pelos estudantes universitários dos diversos cursos da USP em São Carlos, não apenas como forma de reforço escolar, mas também com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes pelo conhecimento, e motivá-los a identificar na educação uma forma de ascensão social. A atividade também visa promover o convívio das crianças atendidas pela ONG com estudantes universitários, com o objetivo de estimulá-los e instigá-los ao aprendizado e busca por conhecimento. As atividades serão organizadas em dois períodos de aulas de 1:30 de duração, com intervalo de 30 minutos entre elas, totalizando 3 horas de atividade por sábado. As aulas serão realizadas em duplas, e visam atender até 4 turmas formadas por 6 a 12 alunos de semelhante faixa etária, que podem ser oferecidas no período da manhã ou tarde. A ONG pode destinar de 4 a 8 aulas neste formato por sábado, dependendo da demanda de voluntários para este projeto. As aulas versarão sobre temas de diversas disciplinas de Ciências, Matemática e Computação, adequadas para cada faixa etária, trabalhadas junto à coordenação pedagógica da ONG. A ONG dispõe de salas de aula e também de um Laboratório de Informática para ensino de conteúdos ligados à computação, que os universitários terão acesso para adequação e ambientação antes do início das atividades.

Unidade

ICMC - Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Docente Responsável

Fabrício Simeoni de Sousa

Grupo Atendido

Crianças e adolescentes na faixa etária de 8 a 17 anos, alunos de diversas escolas do ensino público de São Carlos, em situação de vulnerabilidade social, atendidas pela ONG Projetando o Futuro.

Objetivos

O projeto busca oferecer atividades para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social atendidas pela ONG Projetando o Futuro, em disciplinas diversas nas áreas de Ciências, Matemática e Computação. Espera-se que este projeto tenha um impacto significativo em várias frentes. Ao oferecer aulas de Ciências, Matemática e Computação, busca-se reforçar o conteúdo escolar e despertar nas crianças um interesse profundo pelo conhecimento, incentivando a verem a educação como uma ferramenta de ascensão social. As metas incluem a redução da evasão escolar e do analfabetismo funcional, melhoria da autoestima, desenvolvimento de habilidades para domínio dos conteúdos escolares e consequente melhoria do rendimento escolar. O projeto também visa fornecer conteúdos tecnológicos que impactem a formação para o mercado de trabalho. O fortalecimento do vínculo comunitário, integrando os universitários à realidade local, fomenta uma cultura de responsabilidade social.

Resumo das Ações

A ONG Projetando o Futuro (http://projetandoofuturo.org, CNPJ 28.144.819/0001-41) é uma Organização Não Governamental filantrópica sediada no bairro Santa Angelina, ao lado do Campus 2 da USP em São Carlos, que atende crianças de 8 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de promover a educação para apoiar o ingresso dos estudantes ao mercado de trabalho e alterar os destinos de nossa sociedade. A ONG promove atividades aos sábados (manhã e tarde), que envolvem disciplinas variadas. O objetivo deste projeto de curricularização de extensão é trazer às crianças atendidas pela ONG conhecimentos nas áreas de Ciências, Matemática e Computação, ministrados pelos estudantes universitários dos diversos cursos da USP em São Carlos, não apenas como forma de reforço escolar, mas também com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes pelo conhecimento, e motivá-los a identificar na educação uma forma de ascensão social. A atividade também visa promover o convívio das crianças atendidas pela ONG com estudantes universitários, com o objetivo de estimulá-los e instigá-los ao aprendizado e busca por conhecimento. As atividades serão organizadas em dois períodos de aulas de 1:30 de duração, com intervalo de 30 minutos entre elas, totalizando 3 horas de atividade por sábado. As aulas serão realizadas em duplas, e visam atender até 4 turmas formadas por 6 a 12 alunos de semelhante faixa etária, que podem ser oferecidas no período da manhã ou tarde. A ONG pode destinar de 4 a 8 aulas neste formato por sábado, dependendo da demanda de voluntários para este projeto. As aulas versarão sobre temas de diversas disciplinas de Ciências, Matemática e Computação, adequadas para cada faixa etária, trabalhadas junto à coordenação pedagógica da ONG. A ONG dispõe de salas de aula e também de um Laboratório de Informática para ensino de conteúdos ligados à computação, que os universitários terão acesso para adequação e ambientação antes do início das atividades.

Informações Adicionais

As atividades serão realizadas aos sábados, das 10:30 às 17:00, na sede da ONG Projetando o Futuro. Algumas atividades poderão ser realizadas em locais diferentes em dias esporádicos, a definir. Mais informações https://projetandoofuturo.org.

Engenharia de Tráfego e Mobilidade Sustentável: Projetos para a Comunidade

Nesta atividade, os alunos desenvolvem, em grupo e sob orientação docente, um projeto de Engenharia de Tráfego a partir de um problema real, prospectado junto a uma secretaria municipal, associação de moradores ou outro organismo da sociedade civil. O projeto final é submetido à avaliação dos docentes responsáveis e de membros da entidade parceira.

Unidade

EESC - Escola de Engenharia de São Carlos

Docente Responsável

Jose Reynaldo Anselmo Setti

Grupo Atendido

Membros dos órgãos da sociedade civil para as quais os alunos desenvolverão o projeto.

Objetivos

O objetivo desta atividade é conceber uma solução e desenvolver e apresentar um projeto de Engenharia de Tráfego para um problema prospectado junto a um órgão da sociedade civil permitindo que os alunos apliquem os conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso de Engenharia Civil na solução de um problema concreto. Como resultado, espera-se que o projeto proposto possa beneficiar a sociedade civil, subsidiando mudanças na gestão do trânsito, reduzindo atrasos, incentivando o uso de modos ativos de transporte, e diminuindo o potencial de sinistros.

Resumo das Ações

Nesta atividade, os alunos desenvolvem, em grupo e sob orientação docente, um projeto de Engenharia de Tráfego a partir de um problema real, prospectado junto a uma secretaria municipal, associação de moradores ou outro organismo da sociedade civil. O projeto final é submetido à avaliação dos docentes responsáveis e de membros da entidade parceira.

Informações Adicionais

Aprendendo Python, Scratch e robótica como forma de desenvolver habilidades do pensamento computacional e lógico. Versão 2.

Os estudantes USP desenvolverão uma série de atividades buscando a aplicação gradativa dos conceitos teóricos de programação e, também, manter a motivação do público alvo. As atividades poderão ser desenvolvidas utilizando a linguagem Scratch, Python ou robótica, de acordo com a faixa etária e o interesse da turma e da escola. As vagas para os alunos USP serão divididas entre cada umas das 3 propostas acima, sempre priorizando os interesses da escola. A atividade será desenvolvida a cada semestre e as tarefas previstas para os alunos USP incluem planejamento, elaboração de material e ministração de aulas nas escolas. A seguir, apresentamos uma aula modelo, conforme referência [2] nas quais serão baseadas as aulas elaboradas pelos estudantes. &x2022; Aula 1: tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo, realizando uma dinâmica nomeada &x201c;Algoritmo no Papel&x201d;. A dinâmica usa um tabuleiro e uma folha de resposta. No tabuleiro, o aluno pode desenhar de forma livre, pintando os quadrados que desejar. Em seguida, o aluno deve preencher a folha de respostas com um algoritmo, uma &x201c;receita&x201d;, para reproduzir o desenho no tabuleiro. A turma deve trocar os tabuleiros entre si e tentar reproduzir um algoritmo que recrie o desenho do colega. Esta aula tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo como uma forma de &x201c;receita&x201d;: por meio dessa receita, o cozinheiro, que faz o papel do computador, poderá ler e reproduzir os passos, ou seja, um &x201c;programa&x201c;. Esta atividade será oferecida para aproximadamente 80 estudantes do ensino fundamental durante o ano letivo.

Unidade

ICMC - Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação

Docente Responsável

Cynthia de Oliveira Lage Ferreira

Grupo Atendido

Estudantes do 6o ao 9o ano do ensino fundamental e do ensino médio da Escola Estadual Sebastião de Oliveira Rocha.

Objetivos

O objetivo desta atividade é desenvolver nos estudantes habilidades fundamentais de pensamento computacional e lógico, conforme descritas em [2], baseadas na International Society for Technology in Education (ISTE) [3] e na Computer Science Teachers Association (CSTA) [4], a saber 1. Coleção de dados: processo de recolher as informações adequadas; 2. Análise de dados: encontrar o sentido dos dados, encontrar padrões e tirar conclusões; 3. Representação de dados: representação e organização de dados em gráficos adequados, cartas, palavras ou imagens; 4. Decomposição do problema: quebrar tarefas em partes menores e gerenciáveis; 5. Abstração: reduzir a complexidade para definir a ideia principal; 6. Algoritmos e procedimentos: série de passos ordenados e encadeados para resolver um problema ou atingir algum fim; 7. Automação: usar computadores ou máquinas para fazer tarefas repetitivas ou tediosas; 8. Simulação: representação ou modelo de um processo; 9. Paralelização:organizar recursos.

Resumo das Ações

Os estudantes USP desenvolverão uma série de atividades buscando a aplicação gradativa dos conceitos teóricos de programação e, também, manter a motivação do público alvo. As atividades poderão ser desenvolvidas utilizando a linguagem Scratch, Python ou robótica, de acordo com a faixa etária e o interesse da turma e da escola. As vagas para os alunos USP serão divididas entre cada umas das 3 propostas acima, sempre priorizando os interesses da escola. A atividade será desenvolvida a cada semestre e as tarefas previstas para os alunos USP incluem planejamento, elaboração de material e ministração de aulas nas escolas. A seguir, apresentamos uma aula modelo, conforme referência [2] nas quais serão baseadas as aulas elaboradas pelos estudantes. &x2022; Aula 1: tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo, realizando uma dinâmica nomeada &x201c;Algoritmo no Papel&x201d;. A dinâmica usa um tabuleiro e uma folha de resposta. No tabuleiro, o aluno pode desenhar de forma livre, pintando os quadrados que desejar. Em seguida, o aluno deve preencher a folha de respostas com um algoritmo, uma &x201c;receita&x201d;, para reproduzir o desenho no tabuleiro. A turma deve trocar os tabuleiros entre si e tentar reproduzir um algoritmo que recrie o desenho do colega. Esta aula tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo como uma forma de &x201c;receita&x201d;: por meio dessa receita, o cozinheiro, que faz o papel do computador, poderá ler e reproduzir os passos, ou seja, um &x201c;programa&x201c;. Esta atividade será oferecida para aproximadamente 80 estudantes do ensino fundamental durante o ano letivo.

Informações Adicionais

Ter disponibilidade em pelo mens um dentre os horários: 3as - das 8h20 às 10h 4as - das 7h30 às 9h10 5as - das 12h55 às 14h35 6as - das 7h30 às 9h10 6as - das 12h55 às 14h35 Há possibilidade, ainda, de haver a oferta de outros horários, à critéro das escolas. O projeto será desenvolvido nas escolas Sebastião de Oliveira Rocha e Aduar Kemell Dibo.

Rede Interação USP

Escritório de Apoio à Cultura e Extensão
2o andar do Edifício E-1
Escola de Engenharia de São Carlos
Campus USP – Área 1 Avenida Trabalhador São-Carlense, 400
CEP 13.566-590 – São Carlos – SP

Contato

+55 16 3373-8263